CENTRO PASTORAL DE BENGUELA - ANGOLA
HORÁRIO 8:30 – 16:00
Os últimos sete anos foram marcantes para o sector da Agricultura em Angola,
que registou um crescimento significativo da produção em diversas fileiras. Apesar
dos bons resultados – que continuam aquém de corresponder às necessidades de
consumo interno, com destaque para os cereais -, o desenvolvimento da Agricultura
em Angola continua a enfrentar sérios desafios, começando pela deficiência de infra-
-estruturas ou a inexistência delas em determinadas regiões do país, em que a falta
de estradas, armazéns e sistemas de irrigação e de tratamento dos solos condicionam,
de sobremaneira, a produção agrícola nacional.
Produtores, especialistas e operadores do agronegócio defendem que o fomento
da agricultura em Angola requer uma abordagem integrada, que inclua investimentos
em infra-estrutura, educação, políticas públicas, pesquisa e inovação, além de garantir
o acesso ao mercado e ao financiamento. O sector da logística e do transporte,
em particular, é apontado como fundamental no desenvolvimento agro-industrial,
através de parcerias público-privadas, na medida em que influenciam directamente
a eficiência, a competitividade e a sustentabilidade do sector.
Tendo em conta os desafios actuais do país no sector agrícola - que vão desde
a “Capacitação Técnica”; “Políticas Agrárias”; “Mercados e Preços”; “Pesquisa e Inovação”;
e “Mudanças Climáticas” -, várias vozes ligadas ao agro defendem a necessidade
da criação de um plano de médio-longo prazo para o desenvolvimento agroindustrial,
que não deixe de fora outras questões basilares da actualidade, como “Sustentabilidade
Ambiental”; “Resiliência e Segurança Alimentar” e “Igualdade de Género”,
em cumprimentos aos critérios ESG. A melhoria do ambiente de negócio; o fortalecimento
das instituições de governo do sector e a formação de quadros, nas mais distintas áreas
de apoio ao agro, constam dos tópicos a serem debatidos na VII Conferência E&M sobre
Agricultura, que terá lugar, pela primeira vez, na província de Benguela, com o apoio
Institucional do Governo Provincial de Benguela e do Ministério da Agricultura e Florestas.
8:45 - SESSÃO DE ABERTURA
9:00 - PALAVRAS DE BOAS-VINDAS
Dr. Manuel Nunes Júnior, Governador da Província de Benguela
9:10 - DISCURSO DE ABERTURA
Eng.º Isaac dos Anjos, Ministro da Agricultura e Florestas
9:30 - ABERTURA DA EXPOSIÇÃO AGRO-PECUÁRIA
10:15 - PAINEL I
PRELECÇÃO
AGRONEGÓCIO EM ANGOLA: ESTADO ACTUAL, DESAFIOS E OPORTUNIDADES
Mauricio Brito, Partner da PwC
10:30 - PRELECÇÃO II
RETRATO DO AGRO EM ANGOLA: LINHAS DE FORÇA E
PROGRAMAS SECTORIAIS
Anderson Jerónimo, Director do GEPE do MINAGRIF
Felismino Fernandes Rodrigues da Costa, Director Geral do IDA
10:50 - MESA REDONDA
SISTEMAS AGROALIMENTARES E O FOMENTO DA PRODUÇÃO
AGROPECUÁRIA E FLORESTAL
Anderson Jerónimo, Director do GEPE do MINAGRIF
Domingos Veloso, Director Nacional de Florestas
Paula Bartolomeu, Administradora da ARCCLA
Representante do MINOPUH
Representante do MINEA
Representante do MINDCOM
MODERADOR Leonor Simões Ferreira
12:00 - COFFEE-BREAK
12:30 - PAINEL II
DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA O FORTALECIMENTO DO
AGRONEGÓCIO NO ÂMBITO DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS
PRELECÇÃO
Fernando Pacheco, Engenheiro Agrónomo
Wanderley Ribeiro, Presidente da AAPA
Adérito Areias, Presidente da Aliança Empresarial de Benguela (AEB)
João Germano e Silva, Director de Negócios da Mitrelli Angola
Ademir Silva, Director de Agronomia da Carrinho Agri
Carlos Cunha, Empresário
MODERADOR André Samuel
13:50 - INTERVALO
14:20 - PAINEL III
MERCADO AGRO: FINANCIAMENTOS E SEGUROS;
COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO
PRELECÇÃO
José Guilherme Leal, Adido Agrícola da Embaixada do Brasil em Angola
14:15 - MESA REDONDA
Miguel dos Santos, Assessor do CA do Fundo de Garantia de Crédito
Felisbela Francisco, PCA do FADA
Hugo Teles, PCE do Banco BIC
Estevão Chaves, Coordenador do Projecto de Desenvolvimento da Agricultura Comercial
Nivaldo Matias, Director do Departamento de Desenvolvimento de Mercado da BODIVA
MODERADOR Sebastião Vemba
15:30 - ENCERRAMENTO
Partner da PwC desde 2013, é responsável pela área de Tax Reporting & Strategy nos escritórios de Luanda (Angola) e Maputo (Moçambique).
Licenciado em Contabilidade e Auditoria pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra, é membro da Ordem dos Contabilistas Certificados e formador certificado pelo IEFP. Concluiu o Programa Digital de Formação Executiva (DEEP) na AESE.
Com vasta experiência em empresas nacionais e multinacionais, participou em projectos financeiros, fiscais, auditoria, controlo interno, planeamento e implementação de sistemas de informação, fusões e aquisições. Tem um papel activo na implementação de BPO em Angola, Moçambique, Portugal e outros países.
Domingos Nazaré da Cruz Veloso, Director Nacional de Florestas, formado em engenharia florestal, pela Universidade Mendel de Agricultura e Florestas, na República Checa, em 1989. É quadro do Ministério da Agricultura desde 1989, tendo desempenhado as seguintes funções: - Chefe de Gabinete de Estudos e Planeamento do Instituto de Desenvolvimento Florestal; - Director Nacional de Agricultura, Pecuária e Florestas.
Profissional com mais de 20 anos de experiência em empresas multinacionais, em sectores como do Petróleo e Gás, indústria, logística e TI. Recentemente, dedicou-se ao agronégocio, onde aplicou as competências e experiências adquiridas ao longo de mais de vinte anos. Demonstra liderança forte e responsabilidade na execução dos objectivos de negócios corporativos complexos e de alta visibilidade económica, política e social e projectos de alta complexidade.
Licenciado em Contabilidade e Auditoria, pela Universidade Privada de Angola, tem Pós-graduação em Administração Pública e Governação Local pela Universidade Agostinho Neto.
Foi Chefe de Departamento de Ordenamento rural no MINADERP; Chefe de Departamento e Coordenador de Investimento do GEPE MINAGRIP; Chefe de Departamento de Monitoramento e Controlo GEPE MINAGRIP.
Tecnólogo de formação pela UniCesumar e MBA pela FAAG, Brasil.
Fez carreira (12 anos) na indústria de petróleo e gás onde actuou em diversas funções de coordenação para inovação e tecnologia. Mudou a sua área de actuação nos últimos 5 anos para o agronegócio onde empreende iniciativas na agro-indústria, associativismo e soluções tecnológicas para o agronegócio. Os seus negócios são especialmente orientados à transformação social por entender ser esta a sua vocação. É sócio-fundador da Kepya, um ecossistema de soluções inovadoras de base tecnológica para o agronegócio; sócio fundador da Bonsae - empresa produtora de cereais em Malanje com especialidade para o arroz, e Presidente da AAPA - Associação Agro Pecuária de Angola.
É sócio-gerente do Grupo AA, que opera no mercado nacional há mais de 70 anos, sendo uma organização empresarial de origem familiar no ramo das pescas e produção de sal. Na última década, a posição do Grupo no mercado nacional tem sido consolidada por si, que ambiciona fazer chegar o seu produto além-fronteiras.
Adérito Areias fez uma incursão pelo sector público antes de se dedicar ao negócio familiar que o levou a ganhar a alcunha de “Rei do Sal”. É vencedor do galardão Empreendedor do Ano, dos Prémios Sirius 2018, lutador e optimista, considera sempre que o melhor ainda está para vir e acredita no crescimento da economia angolana.
Com formação em Gestão e a concluir um mestrado em Energia e Sustentabilidade na Universidade de Cumbria, Reino Unido, tem 25 anos de experiência em gestão e programas desenvolvidos em Angola em diferentes projectos, envolvendo mais de 600 pessoas directas e muitos outros sub-empreiteiros. Fluente em inglês, francês, espanhol e português, sendo esta uma ferramenta importante para interagir com audiências de diferentes nacionalidades tanto no lado do cliente quanto do lado das equipas que lidera.
José Carlos Manuel de Oliveira Cunha é empresário com empreendimentos em vários sectores, nomeadamente hotelaria e turismo, agricultura, imobiliário e construção civil. Exerceu as funções de consultor do Ministério da Hotelaria e Turismo durante vários anos e, presentemente, lidera a empresa Valoeste, gestora de três fazendas na província do Kwanza Sul. É formado em Gestão de Empresas. Coordena, actualmente, o Grupo Técnico Empresarial, um conjunto de associações empresariais, da qual fazem parte igualmente especialistas de vários sectores
Hugo Silva Teles iniciou a sua actividade bancária em 2005 no BIC, tendo durante vários anos desempenhado funções de relevo no Banco.
Desde 2015 é Administrador não-Executivo no Banco BIC Namíbia, Limited. É, desde 2019, Presidente da Comissão Executiva do BIC.
Frequentou o curso de Economia na Universidade Católica de Angola e tem MBA no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa de Lisboa (ISCTE). Fez, igualmente, o curso de Gestão Bancária no Instituto de Formação Bancária de Lisboa (IFB).
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